quinta-feira, 16 de julho de 2009

Arouca

Arouca, terra de verdes paisagens, de raros acontecimentos geológicos, com um espaço urbanístico devidamente planeado, é um local de visita obrigatória.
O concelho de Arouca, por onde desfila o Rio Paiva, é um dos melhores locais da Europa para a prática do desporto de aventura, nomeadamente o Rafting.
Arouca possui um dos melhores museus de arte sacra e um convento monumental que nos faz recuar no tempo.
As Trilobites (fósseis marinhos) e as Pedras Parideiras (fenómeno geológico raríssimo em todo o mundo) são elementos diferenciadores, que fazem de Arouca um território de excepção na preservação do mundo natural.
Arouca é um concelho extenso, com um traço de ruralidade único, possui aldeias perdidas no tempo, umas habitadas, outras onde encontramos apenas vestígios das construções dos nossos antepassados.
Arouca é uma terra de alegria, de simpatia, de futuro.Um concelho com instituições que apostam claramente nas pessoas e fazem de Arouca um excelente local para se viver.
Os doces Conventuais e Regionais, a carne da Raça Arouquesa e a gastronomia fazem de Arouca, um local de especial vocação para o Turismo.
A exploração mineira durante a segunda guerra mundial, que colocou lado a lado Ingleses e Alemães, é um património ímpar, ainda por explorar.
A prestação de serviços de qualidade na área do turismo, do artesanato, do merchandising ligado ao Geoparque, ao Convento e ao património natural devem ser apostas prioritárias do concelho de Arouca.
Arouca deve aumentar os incentivos sociais, que muito tem contribuído para atenuar a pobreza existente no concelho.
Nas últimas décadas o concelho de Arouca aproveitou exemplarmente as oportunidades e desenvolveu um modelo de rigor na gestão dos seus recursos.
Com a assunção irreflectida de despesa, numa postura do “faz-se tudo para se agradar a todos”, nomeadamente, com a proliferação de pólos escolares sem se ter em conta a devida dimensão territorial e racionalização de custos, Arouca pode iniciar um percurso diverso da imagem de rigor que conquistou na gestão dos dinheiros públicos.
Todos juntos temos de fazer um esforço acrescido para que se incutam na acção governativa valores de rigor e responsabilidade.Arouca tem demonstrado que é capaz de, com escassos recursos, fazer muito e bem feito.Com um património irreplicável, com gente simpática e criativa, explorando o que a torna única, Arouca é uma terra de futuro.
(publicado no jornal Mais Alerta)
Convento de Arouca

O Mosteiro de Arouca foi fundado no século X, em honra de São Pedro, considerado um dos mais ricos do país, pertenceu à Ordem de Cister, tem estilo classicista romano, com revestimentos de talha dourada.
A vida deste mosteiro foi marcada por D. Mafalda, filha de Sancho I, que em 1220, entra para o convento, aumentando o já influente papel do mosteiro na vida politica e administrativa da região, através de grandes doações feitas por esta rainha, que veio a ser beatificada e cujo túmulo ali se encontra.
Grandes obras são executadas no século XVI, incidindo sobretudo nos adornos dos altares e no século XVII, é ampliado o complexo monástico, que no final deste século albergava cerca de 100 freiras e 300 criadas.
No século XVIII, deflagra um incêndio, que destrói uma grande parte do convento, o que obriga a obras que se estendem por mais de 20 anos, mas em 1935, novo incêndio dei origem a novas obras de reconstrução.
O convento foi extinto em 1886, todos os seus bens passaram para a Fazenda Pública, mas o seu valioso espólio mantém-se, no Museu de Arte Sacra, ali instalado.
Tem vindo a ser alvo de obras de recuperação e restauro da responsabilidade do IPPAR. De entre o importante património do mosteiro destacam-se, esculturas de Braga Jacinto Vieira, o retábulo-mor da autoria do entalhador bracarense Luís Vieira da Cruz, ou o cadeiral, constituído por 104 assentos, ricamente entalhados.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Quinta da Travessa


Em plena Serra da Cabreira situa-se esta quinta vestida de pedra e madeira onde bater três vezes para não acabar.
A quinta é caracterizada por cinco casas de campo equipadas com quarto, casa-de-banho, sala com lareira, kitchenette e aquecimento central. Cada casa é um feliz acaso rodeado pela Serra, que entra pelas janelas reconfortando o olhar que nela descansa. Toda a área é revestida com um cobertor florestal, com terras férteis para agricultura. A tipologia é característica da região, Cada casa pode albergar até seis pessoas. Há uma sala de jogos que aquece, uma piscina que arrefece e um alpendre para churrascos que apetece. O pequeno-almoço faz figura com as iguarias produzidas biologicamente na Quinta e para viver o tempo em movimento existem os passeios pedestres, passeios a cavalo, barco de recreio e desportos náuticos, observação da natureza, praia fluvial e montanha. Quem tiver animais pode trazê-los, pois são bem vindos.
CASA DO CASEIRO
1 Quarto
1 Casa de banho completa
Sala com lareira
Kitchenette
Sofá -cama
Aquecimento central
CASA DA OFICINA
1 Quarto
1 Casa de banho completa
Sala com lareira
Kitchenette
Sofá -cama
Aquecimento central
CASA DO PALHEIRO
1 Quarto
1 Casa de banho completa
Sala com lareira
Kitchenette
Sofá -cama
Aquecimento central

CASA DO PORTÃO
2 Quartos
1 Casa de banho completa
Sala com lareira
Kitchenette
Sofá -cama
Aquecimento central
CASA DA HORTA
2 Quartos
1 Casa de banho completa
Sala com lareira
Kitchenette
Sofá -cama
Aquecimento central
Como chegar:
Vieira do Minho dista a apenas cerca de 30 km de Braga > EN103; EN304
Morada:
Ameã – Eira Vedra - 4850-151 Vieira do Minho
Contactos:
Tel. 253 647 430
Telem. 919 773 755
Email mailto:quintatravessa@mail.pt
Site: http://www.quintatravessa.com/
GPS:
N 41º 38’ 41,49”
W 8º 9’ 19,24”